Trecho muito interessante do capítulo VII (O Delírio), das Memórias Póstumas de Brás Cubas, do mestre Machado de Assis…

“Então o homem, flagelado e rebelde, corria diante da fatalidade das coisas, atrás de uma figura nebulosa e esquiva, feita de retalhos, um retalho de impalpável, outro de improvável, outro de invisível, cosidos todos a ponto precário, com a agulha da imaginação; e essa figura – nada menos que a quimera da felicidade – ou lhe fugia perpetuamente, ou deixava-se apanhar pela fralda, e o homem a cingia ao peito, e então ela ria, como um escárnio, e sumia-se, como uma ilusão.”

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Very interesting excerpt from chapter VII (The Delirium), from the Posthumous Memories of Brás Cubas, by the master Machado de Assis (my translation)…

“Then the man, flagellate and rebel, was running before the fatality of things, after a foggy and elusive figure made of odds and ends, a scrap of impalpable, another one of unlikely, another one of invisible, all of them sewed to precarious point, with the needle of imagination; and this figure – nothing less than the fantasy of happiness – either was running away from him perpetually, or it was letting itself get caught by the shirt tail, and the man rang it to his chest, and then she laughed, like a derision, and she vanished, like an illusion.”