Várias coisas bacanas… As aulas recomeçaram, peguei todas as matérias que eu queria, inclusive Francês I, que é super difícil de pegar e eu tô adorando, enfim. Tudo isso de legal. E eu estou aqui no estágio, dando uma pausa porque o rendimento caiu um pouco. Refrescar a cuca… E ouvindo Beethoven. Ontem rolou um monte de festas… na verdade, três. Uma no IFCH, que só dei uma passadinha depois da aula de Economia (parece que vai ser legal, o professor é jovenzão e cheio de vontade, mas parece meio caxias…), a outra foi do IA na frente do DCE, que tava muuuuuuiiiiito boa, e teve a da Computação no Mondo (um bar em Barão), que tava um lixo. A galera só foi pra pegar a cerveja à que tinha direito e vazou, basicamente, com excessão de uns poucos mais animados e empolgados. Na chopada do IA encontrei gente muito bacana que não via há décadas: o Raffles e a Aline (dos flautins). Ficamos conversando bastante, e curtindo música muito bem tocada. A banda tava muito boa, tocaram músicas como aquela do Anos Incríveis (“what would you do…”), Beatles, The Who, etc. Enfim. Não sei se todo mundo que lê esse blog (as 29018512 pessoas) já sabe, mas estou me abstendo de álcool e carne durante a quaresma. E ontem pensei sobre algumas coisas. Está sendo bem difícil esse tempo de trote, chegada dos bixos, porque tem muita festa e muita cerveja de grátis. Mas tudo bem. O que eu pensei não foi isso. Pensei no sentido das penitências de quaresma, desses pequenos (ou grandes) sacrifícios. Um amigo me perguntou: Pra quê você faz isso? Eu respondi, no meio do barulho da música e das pessoas conversando no meio da festa: É pra educar a minha vontade. Ele parou um pouco, e disse algo como “legal”. Interessante isso. Às vezes as pessoas acham que jejum e penitência é pra se martirizar, pra pagar um pouco pelos pecados que cometeu, como se Deus não fosse Todo-Amor, Todo-Perdão. E educar a vontade é uma coisa difícil!!! Na quaresma, a meu ver, somos chamados a sair um pouco da rotina, da inércia, e refletir, pensar e repensar sobre o que fazemos e não fazemos, nossas atitudes, nossas motivações. E nos pegamos fazendo coisas que, lá no fundo, não queremos fazer. E tomamos consciência, consciência essa que nos provoca a tomar uma atitude concreta, a dar um passo firme. E nem sempre estamos prontos, nem sempre somos capazes de dar essa resposta decidida. Mas tudo bem. De novo, Ele é Todo-Amor e só pode amar. Ele sofre junto com a gente, nas nossas fraquezas, nas nossas limitações. E também nos provoca…

Nossa!!! Tá até parecendo o irmão Roger (de Taizé) falando hehehehehe =) Bom. É isso.