Vou advertindo logo de cara que no atual momento eu estou um pouco inspirado, apesar de estar com muito sono. Ou seja, esse post vai ser um pouco longo, e demandará uma quantidade significativa de paciência, se é que paciência é algo que se possa quantificar. Certo. Pra começar, aliás, já comecei… ferrou. Pra continuar, então. Estou feliz. Muito feliz. Talvez até esse seja um dos picos da senóide, o “alto” dos intermináveis altos e baixos da vida de todo ser humano que se preze, ou seja, talvez eu esteja muito feliz agora, mas daqui a alguns dias ou horas eu esteja muito triste, e mais alguns dias ou horas esteja muito feliz de novo, e assim sucessivamente. Mas o fato é que eu estou muito feliz AGORA.

Fui assistir Os Incríveis no cinema, e tive que ir sozinho. Queria muito, muito mesmo, ver esse filme, e tinha um tempo livre perfeito, mas ninguém queria ou podia ir comigo. O que eu fiz? O que uma grande amiga minha (a Cris) faria: fui sozinho mesmo. E devo dizer que não me arrependi nem um pouco da decisão. Ri à beça, o filme foi realmente muito legal, recomendo pra qualquer pessoa… É o tipo de filme que agrada a todos os gostos, todos mesmo. E agrada não só porque é um filme genérico, ou um filme genérico bom… mas porque é um filme genérico bom e LEGAL PRA CARAMBA. =) Mas enfim. Quando eu tava saindo do cinema, tava andando pelo shopping deserto (era mais ou menos meia-noite) em direção ao carro. E tive um daqueles acessos de alegria. A invasão de uma “presença alegrante”. Confuso demais? Talvez. É meio difícil de explicar em palavras, talvez impossível. Mais provável que seja impossível mesmo. Antes de ir embora pra casa, entrei no carro e fiquei uns 3 ou 4 minutos curtindo a Alegria alegrante, quieto e aberto. Foram minutos mágicos. E simples. Como tudo que é realmente bom na vida… simples!

Hoje falei bastante com a Li por telefone. A Li… Acho que estou apaixonado. Não… Definitivamente, eu estou apaixonado. Que menina linda!!! Fazia alguns dias que a gente não conversava por mais de 30 segundos. Foi revigorante. Sempre é uma alegria muito grande falar com ela. Faz bem aos ouvidos, faz bem ao coração. A voz dela é como música para os ouvidos. Ontem eu tava jogando sinuca com alguns amigos, muito bons amigos, amigos de verdade mesmo… a Pri e o Luiz. E a gente tava conversando sobre toda essa questão… Relacionamentos, compromisso, “amigagem” (ou amigação, sei lá como chama isso), casamento etc. Eles não curtem muito essa idéia de compromisso formal, cartório, igreja. Um cônjuge falar em casamento, noivado, aliança ou qualquer coisa do gênero é o suficiente para causar calafrios. E eu até entendo (um pouco) esse ponto de vista deles. Mas na minha pequena cabecinha, eu fico pensando: “Esse povo não sabe o que é bom!!!”

No começo do post disse que estava com muito sono. Cheguei em casa há pouco tempo, depois de um jogo de mímica. Sabe, daqueles que tem dois grupos, e um grupo escolhe um filme pra uma pessoa do outro grupo fazer a mímica e os outros do mesmo grupo adivinharem o nome do filme. Foi muito divertido! Dessa vez (jogamos ontem também) levamos máquinas fotográficas e registramos (quase) tudo. Sempre são muito bons esses programas. Ligar pra galera, reunir, ir pro supermercado (Comper Jardim dos Estados, aberto 24h) comprar umas cervejas, e ir pros altos da Av. Afonso Pena… tomar cerveja e jogar mímica. Muito bom!!! Aqui em Campo Grande é possível fazer isso… Diversão saudável de madrugada em plena via pública, sem stress, sem violência, sem “aperreio”. Muito legal mesmo! Bom… Acho que por hoje chega, né? Só falta agora a parte mais difícil… o título! Não sei se vocês repararam, mas no último post eu simplesmente desencanei e lasquei um “sem título”, mas preciso me esforçar para que isso não se torne um hábito. Ah! Um último comentário: estou escrevendo diretamente do notebook do meu pai, e talvez seja esse um dos motivos por eu estar escrevendo tanto… é muito gostoso de digitar nesse teclado!!! =)