<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:geo="http://www.w3.org/2003/01/geo/wgs84_pos#" xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/"
	>

<channel>
	<title>Don't worry, be happy! =)</title>
	<atom:link href="http://dwbh.wordpress.com/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://dwbh.wordpress.com</link>
	<description>Pensamentos, reflexões, etc... Thoughts about life, the universe and everything</description>
	<lastBuildDate>Sun, 13 Nov 2011 15:01:24 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.com/</generator>
<cloud domain='dwbh.wordpress.com' port='80' path='/?rsscloud=notify' registerProcedure='' protocol='http-post' />
<image>
		<url>http://s2.wp.com/i/buttonw-com.png</url>
		<title>Don't worry, be happy! =)</title>
		<link>http://dwbh.wordpress.com</link>
	</image>
	<atom:link rel="search" type="application/opensearchdescription+xml" href="http://dwbh.wordpress.com/osd.xml" title="Don&#039;t worry, be happy! =)" />
	<atom:link rel='hub' href='http://dwbh.wordpress.com/?pushpress=hub'/>
		<item>
		<title>Ensaio sobre métodos de ensino no Brasil</title>
		<link>http://dwbh.wordpress.com/2009/07/16/ensaio-sobre-metodos-de-ensino-no-brasil/</link>
		<comments>http://dwbh.wordpress.com/2009/07/16/ensaio-sobre-metodos-de-ensino-no-brasil/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2009 19:13:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucas</dc:creator>
				<category><![CDATA[educação]]></category>
		<category><![CDATA[métodos]]></category>
		<category><![CDATA[metodo]]></category>
		<category><![CDATA[metodologia]]></category>
		<category><![CDATA[pedagogia]]></category>
		<category><![CDATA[política]]></category>
		<category><![CDATA[tradicional]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://dwbh.wordpress.com/?p=143</guid>
		<description><![CDATA[O número de estudantes brasileiros que terminam o ensino fundamental sem um domínio completo dos fundamentos, como leitura, escrita, interpretação de textos e operações matemáticas básicas é considerável, e acima de tudo preocupante. Muitos defendem que tal deficiência no aprendizado se deve, em grande parte, a uma metodologia de ensino mais moderno, que teria banido [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=dwbh.wordpress.com&amp;blog=108943&amp;post=143&amp;subd=dwbh&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O número de estudantes brasileiros que terminam o ensino fundamental sem um domínio completo dos fundamentos, como leitura, escrita, interpretação de textos e operações matemáticas básicas é considerável, e acima de tudo preocupante. Muitos defendem que tal deficiência no aprendizado se deve, em grande parte, a uma metodologia de ensino mais moderno, que teria banido métodos tradicionais, como por exemplo a repetição. Defendem ainda que estes últimos são os que realmente funcionam e têm maior eficácia, muitas vezes tomando como base suas próprias experiências pessoais na infância. Constata-se, no entanto, que a educação de qualidade no Brasil ainda é, infelizmente, uma realidade acessível a poucos. A discussão sobre métodos de ensino é válida e importantíssima, mas deve ser feita sem perder de vista o fato de que é precedida pela discussão do investimento e prioridade política que a educação deve receber.</p>
<p>Desde os tempos do Brasil colônia, a educação nunca conseguiu ocupar seu lugar de direito no topo da lista de prioridades dos governos que sucederam-se. De fato, é de causar espanto que a primeira gráfica tenha surgido somente com a vinda da família real, em 1808, mais ou menos cem anos após os primeiros livros começarem a ser impressos em países vizinhos de língua espanhola. Antes disso, a imprensa era proibida na colônia, o que foi uma das causas de um grave atraso no desenvolvimento cultural, social e econômico da população. Ainda hoje existem problemas gravíssimos: atraso sistemático no pagamento de salários aos professores; baixa remuneração destes e quase inexistência de reajustes anuais; impossibilidade de dedicação de tempo e esforço de muitos estudantes devido à necessidade de início precoce no mercado de trabalho para ajudar no orçamento doméstico, entre muitos outros. Avanços significativos têm sido feitos, mas ainda há muito a melhorar.</p>
<p>Apesar de todas as falhas e deficiências do sistema educacional, deve-se também discutir, em paralelo, os métodos de ensino a serem empregados. Duas correntes pedagógicas principais destacam-se no debate: uma mais tradicional, em vigor n amaior parte do século XX, e outra mais moderna, que pouco a pouco foi tomando o espaço daquela a partir do final do mesmo século. A primeira prima pelo rigor, pela figura imponente e respeitada do professor e pela memorização como instrumento básico no aprendizado. Uma vantagem desse método é a boa fixação dos conteúdos, e uma desvantagem é a falta de relacionamento entre os conteúdos fixados e o desestímulo ao pensamento crítico e à criatividade.</p>
<p>A segunda corrente, por sua vez, enfatiza, além da aplicabilidade dos conteúdos e o uso de exemplos levando em consideração a realidade social específica dos alunos,  uma construção conjunta dos assuntos a serem abordados em sala de aula, de forma que o conhecimento não seja transmitido unilateralmente do professor aos alunos, mas criado por ambos, assumindo o professor mais um papel de mediador do que de transmissor. Tal abordagem, quando bem planejada e com a devida preparação para uma boa e suave transição entre as metodologias, tanto de professores como de alunos, pode render resultados altamente satisfatórios, estimulando a tomada de decisões autônomas, o desenvolvimento do senso de responsabilidade e uma visão de mundo mais aberta e crítica. Por outro lado, existe o risco de uma liberdade exacerbada dos alunos, especialmente quando o método é aplicado sem o devido planejamento e preparo.</p>
<p>Ambos os métodos têm suas vantagens e desvantagens, e não pode existir somente um método perfeito que seja adequado a todas as situações e circunstâncias. Cada realidade específica exigirá um deles, ou ainda uma combinação dos dois, que resolverá da melhor forma seus problemas e deficiências educacionais. É necessário também que seja dada prioridade máxima para o tema da educação na agenda dos governos federal, estaduais e municipais.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/dwbh.wordpress.com/143/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/dwbh.wordpress.com/143/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/dwbh.wordpress.com/143/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/dwbh.wordpress.com/143/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/dwbh.wordpress.com/143/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/dwbh.wordpress.com/143/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/dwbh.wordpress.com/143/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/dwbh.wordpress.com/143/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/dwbh.wordpress.com/143/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/dwbh.wordpress.com/143/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/dwbh.wordpress.com/143/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/dwbh.wordpress.com/143/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/dwbh.wordpress.com/143/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/dwbh.wordpress.com/143/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=dwbh.wordpress.com&amp;blog=108943&amp;post=143&amp;subd=dwbh&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://dwbh.wordpress.com/2009/07/16/ensaio-sobre-metodos-de-ensino-no-brasil/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
	
		<media:content url="http://0.gravatar.com/avatar/4a029b535b2a629a5ee01395d5f30764?s=96&#38;d=identicon&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">dwbh</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>O Jornal e o Livro</title>
		<link>http://dwbh.wordpress.com/2009/06/13/o-jornal-e-o-livro/</link>
		<comments>http://dwbh.wordpress.com/2009/06/13/o-jornal-e-o-livro/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 13 Jun 2009 19:47:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucas</dc:creator>
				<category><![CDATA[transformação]]></category>
		<category><![CDATA[aniquilamento]]></category>
		<category><![CDATA[antigo]]></category>
		<category><![CDATA[contraste]]></category>
		<category><![CDATA[jornal]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>
		<category><![CDATA[modernização]]></category>
		<category><![CDATA[movimento]]></category>
		<category><![CDATA[mudança]]></category>
		<category><![CDATA[novo]]></category>
		<category><![CDATA[velho]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://dwbh.wordpress.com/?p=132</guid>
		<description><![CDATA[A lei eterna, a faculdade radical do espírito humano, é o movimento. Quanto maior for esse movimento mais ele preenche o seu fim, mais se aproxima desses pólos dourados que ele busca há séculos. O livro é um sintoma de movimento? Decerto. Mas estará esse movimento no grau do movimento da imprensa-jornal? Repugno afirmá-lo. O [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=dwbh.wordpress.com&amp;blog=108943&amp;post=132&amp;subd=dwbh&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A lei eterna, a faculdade radical do espírito humano, é o movimento. Quanto maior for esse movimento mais ele preenche o seu fim, mais se aproxima desses pólos dourados que ele busca há séculos. O livro é um sintoma de movimento? Decerto. Mas estará esse movimento no grau do movimento da imprensa-jornal? Repugno afirmá-lo.</p>
<p>O jornal, literatura quotidiana, no dito de um publicista contemporâneo, é reprodução diária do espírito do povo, o espelho comum de todos os fatos e de todos os talentos, onde se reflete, não a idéia de, um homem, mas a idéia popular, esta fração da idéia humana.</p>
<p>O livro não está decerto nestas condições; — há aí alguma coisa de limitado e de estreito se o colocarmos em face do jornal. Depois, o espírito humano tem necessidade de discussão, porque a discussão é — movimento. Ora, o livro não se presta a essa necessidade, como o jornal. A discussão pela imprensa-jornal anima-se e toma fogo pela presteza e reprodução diária desta locomoção intelectual. A discussão pelo livro esfria pela morosidade, e esfriando decai, porque a discussão vive pelo fogo. O panfleto não vale um artigo de fundo.</p>
<p>Isto posto, o jornal é mais que um livro, isto é, está mais nas condições do espírito humano. Nulifica-o como o livro nulificará a página de pedra? Não repugno admiti-lo.</p>
<p>Já disse que a humanidade, em busca de uma forma mais conforme aos seus instintos, descobriu o jornal.</p>
<p>O jornal, invenção moderna, mas não da época que passa, deve contudo ao nosso século o seu desenvolvimento; daí a sua influência. Não cabe aqui discutir ou demonstrar a razão por que há mais tempo não atingira ele a esse grau de desenvolvimento; seria um estudo da época, uma análise de palácios e de claustros.</p>
<p>As tendências progressivas do espírito humano não deixam supor que ele passasse de uma forma superior a uma forma inferior.</p>
<p>Demonstrada a superioridade do jornal pela teoria e pelo fato, isto é, pelas aparições de perfectibilidade da idéia humana e pela legitimidade da própria essência do jornal, parece clara a possibili­dade de aniquilamento do livro em face do jornal.</p>
<p>Machado de Assis. <em>O Jornal e o Livro</em>. <em>In: </em><strong>Obra Completa</strong>. vIII. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1994.</p>
<p>Publicado originalmente no Correio Mercantil, Rio de Janeiro, 10 e 12/01/1959.</p>
<hr />Tendo como referência o texto O Jornal e o Livro, de Machado de Assis, discuta a possibilidade de &#8220;aniquilamento&#8221; do jornal e do livro pelas novas ferramentas de comunicação. Extensão: 600 a 650 palavras.</p>
<hr />Velho e Novo são desde tempos imemoriais bandeiras que sempre seduziram combatentes das mais diversas classes sociais e idades, convocando-os para a luta ontológica que parece nunca chegar a uma conclusão definitiva. Representantes de ambos os lados competem de uma forma ferrenha para deixar claro para o mundo qual é o melhor, aquele que vai seguramente conduzir a uma realização mais completa e total da humanidade.</p>
<p>O discurso dos defensores da novidade, do progresso e da transformação é bastante tentador. Argumentam que a sede e a busca por movimento estariam, de fato, no âmago do espírito humano, e impulsionariam o homem a aventurar-se sempre por lugares novos, caminhos novos e idéias novas. Seria, então, inútil tentar resistir a tão poderoso ímpeto, que acabaria, mais cedo ou mais tarde, absorvendo para si tudo o que encontrasse pelo caminho, e eliminando definitivamente qualquer resquício ou sombra das coisas ditas antigas, ou ainda antiquadas.</p>
<p>Por sua vez, o discurso dos arautos da tradição é bem mais cauteloso. Em toda mudança, grande ou pequena, estaria embutido um risco considerável, ameaçando assim um estado de coisas e uma ordem que já estava estabelecida e consolidada. Podem até mesmo não discordar de que algumas transformações podem vir a ser boas e trazer melhorias significativas na qualidade de vida das pessoas, mas nunca se disporiam a ser os pioneiros, deixando para outros tal tarefa e aderindo somente depois de passada a fase mais turbulenta que a maioria das transformações, especialmente as estruturais, trazem consigo.</p>
<p>Inovações tecnológicas são, em muitos casos, o pivô central dessas discussões. Acontecimentos importantíssimos, como o surgimento do automóvel, da imprensa, das indústrias de bens de consumo, da escrita, do rádio, entre muitos outros, revolucionaram a forma como as pessoas interagiam com o mundo. O desenvolvimento dos meios de transporte e, principalmente, dos meios de comunicação, ajudou a encurtar distâncias que antes pareciam intransponíveis. A descoberta da energia nuclear propiciou avanços consideráveis, como um rendimento maior na geração de energia, além da aplicação na propulsão de submarinos e na medicina, constituindo peça-chave de modernos aparelhos de diagnóstico, como os de raios-x.</p>
<p>Em todos esses acontecimentos, e em muitos outros similares, pode ser percebida a incapacidade dos novos agentes de preencher todos os espaços e de realizar uma transformação absolutamente total. Os fatos comprovam que mesmo depois de mudanças estruturais, alguns fortes representantes do Antigo sempre teimam em permanecer firmes, resistindo bravamente aos efeitos do tempo e fazendo cair por terra previsões precipitadas. O disco de vinil, por exemplo, apesar de contar com um número de admiradores consideravelmente menor do que no auge de sua glória, ainda encanta muitos entusiastas, que mesmo após sucessivas revoluções na indústria fonográfica, preferem a beleza do analógico à ostentação do digital.</p>
<p>Outros exemplos fortes e notáveis são o livro e o jornal. Em alguns momentos com pretensões de superioridade de um sobre o outro, acabaram por complementar-se, resistindo juntos, cada qual em seu campo de atuação, às pressões dos avanços das tecnologias digitais, com especial destaque para a rede mundial de computadores. Seria precipitado dizer hoje, mesmo após algumas décadas da chamada revolução digital da informação, que o jornal ou o livro deixarão de existir num futuro próximo.</p>
<p>Não existe, portanto, a necessidade absoluta de que um entre os dois, Velho e Novo, prevaleça e elimine completamente o outro. Tampouco é considerável a possibilidade de que isso aconteça. Percebe-se, de fato, que há contribuições importantes e úteis em ambos os lados, e uma abordagem mais madura e consciente seria a busca da conciliação, unindo as qualidades e deixando de lado diferenças que provocariam nada além de discussões intermináveis e retrocessos.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/dwbh.wordpress.com/132/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/dwbh.wordpress.com/132/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/dwbh.wordpress.com/132/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/dwbh.wordpress.com/132/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/dwbh.wordpress.com/132/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/dwbh.wordpress.com/132/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/dwbh.wordpress.com/132/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/dwbh.wordpress.com/132/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/dwbh.wordpress.com/132/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/dwbh.wordpress.com/132/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/dwbh.wordpress.com/132/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/dwbh.wordpress.com/132/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/dwbh.wordpress.com/132/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/dwbh.wordpress.com/132/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=dwbh.wordpress.com&amp;blog=108943&amp;post=132&amp;subd=dwbh&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://dwbh.wordpress.com/2009/06/13/o-jornal-e-o-livro/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
	
		<media:content url="http://0.gravatar.com/avatar/4a029b535b2a629a5ee01395d5f30764?s=96&#38;d=identicon&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">dwbh</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Defenestração</title>
		<link>http://dwbh.wordpress.com/2009/06/05/defenestracao/</link>
		<comments>http://dwbh.wordpress.com/2009/06/05/defenestracao/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 05 Jun 2009 19:19:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucas</dc:creator>
				<category><![CDATA[palavras]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://dwbh.wordpress.com/?p=129</guid>
		<description><![CDATA[A proposta de redação foi baseada no texto abaixo, de Luis Fernando Verissimo. Foi pedida uma disssertação sobre o tema suscitado pela crônica, contendo de 600 a 650 palavras. Meu texto encontra-se logo abaixo da referida crônica. DEFENESTRAÇÃO Certas palavras têm o significado errado. Falácia, por exemplo, devia ser o nome de alguma coisa vagamente vegetal. As [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=dwbh.wordpress.com&amp;blog=108943&amp;post=129&amp;subd=dwbh&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A proposta de redação foi baseada no texto abaixo, de Luis Fernando Verissimo. Foi pedida uma disssertação sobre o tema suscitado pela crônica, contendo de 600 a 650 palavras. Meu texto encontra-se logo abaixo da referida crônica.</p>
<hr />DEFENESTRAÇÃO</p>
<p>Certas palavras têm o significado errado. Falácia, por exemplo, devia ser o nome de alguma coisa vagamente vegetal. As pessoas deveriam criar falácias em todas as suas variedades. A Falácia Amazônica. A misteriosa Falácia Negra.</p>
<p>Hermeneuta deveria ser o membro de uma seita de andarilhos herméticos. Aonde eles chegassem, tudo se complicaria.</p>
<p>— Os hermeneutas estão chegando!</p>
<p>— Ih, agora é que ninguém vai entender mais nada&#8230;</p>
<p>Os hermeneutas ocupariam a cidade e paralisariam todas as atividades produtivas com seus enigmas e frases ambíguas. Ao se retirarem deixariam a população prostrada pela confusão. Levaria semanas até que as coisas recuperassem o seu sentido óbvio. Antes disso, tudo pareceria ter um sentido oculto.</p>
<p>— Alô&#8230;</p>
<p>— O que é que você quer dizer com isso?</p>
<p>Traquinagem devia ser uma peça mecânica.</p>
<p>— Vamos ter que trocar a traquinagem. E o vetor está gasto. Plúmbeo devia ser o barulho que um corpo faz ao cair na água. Mas nenhuma palavra me fascinava tanto quanto defenestração. A princípio foi o fascínio da ignorância. Eu não sabia o seu significado, nunca me lembrava de procurar no dicionário e imaginava coisas.</p>
<p>Defenestrar devia ser um ato exótico praticado por poucas pessoas. Tinha até um certo tom lúbrico. Galanteadores de calçada deviam sussufrar no ouvido das mulheres:</p>
<p>— Defenestras?</p>
<p>A resposta seria um tapa na cara. Mas algumas&#8230; Ah, algumas defenestravam.</p>
<p>Também podia ser algo contra pragas e insetos. As pessoas talvez mandassem defenestrar a casa. Haveria, assim, defenestradores profissionais.</p>
<p>Ou quem sabe seria uma daquelas misteriosas palavras que encerravam os documentos formais? &#8220;Nestes termos, pede defenestração&#8230;&#8221; Era uma palavra cheia de implicações.</p>
<p>Devo até tê-la usado uma ou outra vez, como em:</p>
<p>— Aquele é um defenestrado.</p>
<p>Dando a entender que era uma pessoa, assim, como dizer? Defenestrada. Mesmo errada, era a palavra exata.</p>
<p>Um dia, finalmente, procurei no dicionário. E aí está o Aurelião que não me deixa mentir. &#8220;Defenestraçao&#8221; vem do francês &#8220;defenestration&#8221;. Substantivo feminino.</p>
<p>Ato de atirar alguém ou algo pela janela.</p>
<p>Ato de atirar alguém ou algo pela janela!</p>
<p>Acabou a minha ignorância mas não a minha fascinação. Um ato como este só tem nome próprio e lugar nos dicionários por alguma razão muito forte. Afinal, não existe, que eu saiba, nenhuma palavra para o ato de atirar alguém ou algo pela porta, ou escada abaixo. Por que, então, defenestração?</p>
<p>Talvez fosse um hábito francês que caiu em desuso. Como o rapé. Um vício como o tabagismo ou as drogas, suprimido a tempo. — Les defenestrations. Devem ser proibidas.</p>
<p>— Sim; monsieur le Ministre.</p>
<p>— São um escândalo nacional. Ainda mais agora, com os novos prédios.</p>
<p>— Sim, monsieur le Ministre.</p>
<p>— Com prédios de três, quatro andares, ainda era admissível. Até divertido. Mas daí para cima vira crime. Todas as janelas do quarto andar para cima devem ter um cartaz: &#8220;Interdit de defenestrer&#8221;. Os transgressores serão multados. Os reincidentes serão presos.</p>
<p>Na Bastilha, o Marquês de Sade deve ter convivido com notórios defenestreurs. E a compulsão, mesmo suprimida, talvez ainda persista no homem, como persiste na sua linguagem. O mundo pode estar cheio de defenestradores latentes.</p>
<p>— É esta estranha vontade de atirar alguém ou algo pela janela, doutor&#8230;</p>
<p>— Hmm. O impulsus defenestrex de que nos fala Freud. Algo a ver com a mãe. Nada com o que se preocupar — diz o analista, afastando-se da janela.</p>
<p>Quem entre nós nunca sentiu a compulsão de atirar alguém ou algo pela janela? A basculante foi inventada para desencorajar a defenestração. Toda a arquitetura moderna, com suas paredes externas de vidro reforçado e sem aberturas, pode ser uma reação inconsciente a esta volúpia humana, nunca totalmente dominada.</p>
<p>Na lua-de-mel, numa suite matrimonial no 17— andar.</p>
<p>— Querida&#8230;</p>
<p>— Mmmm?</p>
<p>— Há uma coisa que eu preciso lhe dizer&#8230;</p>
<p>— Fala, amor.</p>
<p>— Sou um defenestrador.</p>
<p>E a noiva, em sua inocência, caminha para a cama:</p>
<p>— Estou pronta para experimentar tudo com você. Tudo!</p>
<p>Uma multidão cerca o homem que acaba de cair na calçada. Entre gemidos, ele aponta para cima e balbucia:</p>
<p>— Fui defenestrado&#8230;</p>
<p>Alguém comenta:</p>
<p>— Coitado. E depois ainda atiraram ele pela janela!</p>
<p>Agora mesmo me deu uma estranha compulsão de arrancar o papel da máquina, amassá-lo e defenestrar esta crônica. Se ela sair é porque resisti.</p>
<hr />O tamanho do vocabulário empregado pela maioria das pessoas em sua comunicação cotidiana é sensivelmente menor do que o existente e disponível na língua. Uma consequência natural, e mesmo óbvia, desse fato, é o desconhecimento de grante parte de palavras consideradas difíceis, mas que nada mais são do que incomuns, e relacionadas a objetos e situações que ocorrem muito raramente, quando ocorrem. Quantos são os que podem se vangloriar, por exemplo, de já ter presenciado alguém sendo atirar por uma janela, ou sendo defenestrado? Dentre essas palavras, existem ainda aquelas que são específicas de um certo meio, formando jargões próprios: o jurídico, o da informática, da economia, entre outros.</p>
<p>Podem acontecer situações inusitadas e engraçadas: não raro, as tais palavras difíceis são usadas para revestir quem as pronuncia de uma certa aura de sabedoria e elegância, ainda que não se saiba seu significado exato. Se o interlocutor igualmente ignora tal significado, há boas chances do efeito desejado ser alcançado. Caso contrário, o pretendente a sábio pode acabar passando uma grande vergonha. Em ambos os cados, boas risadas podem ser arrancadas de ventiausi transeuntes.</p>
<p>A existência de palavras mais complexas e elaboradas, não só na língua portuguesa, mas também em outras línguas faladas ao redor do globo terrestre e em todos os países, demonstra a grande riqueza nelas presente, riqueza esta que pode e deve ser utilizada não como instrumento de ostentação de poder, mas ao contrário, para que a comunicação entre as pessoas, em todos os seus âmbitos e instâncias, seja significativamente mais fluida.</p>
<p>A descoberta de um vocabulário menos frequentemente utilizado pode dar-se das mais diversas formas: ao assistir um telejornal, um filme, um documentário, em uma palestra proferida por uma pessoa sabidamente mais culta, como um professor universitário ou um escritor, entre outras. Mas é a mídia escrita a que, por excelência, representa a fonte mais abundante e mais facilmente acessível de palavras incomuns e desconhecidas do grande público. Podem ser citados como exemplos: jornais, tanto os impressos como os disponíveis para leitura na internet; livros de literatura, técnicos e didáticos; trabalhos acadêmicos; revistas semanais e outras com menor frequência de publicação; textos informativos em geral, blogs, entre muitos outros.</p>
<p>A aquisição e incorporação deste conhecimento pode contribuir grandemente para uma maior desenvoltura, principalmente ao falar em público, mas também em conversas menos formais. Além disso, as ideias podem ser expressas com muito maior clareza e nitidez, tornando mais fácil e descomplicada a compreensão do que se deseja dizer por seus respectivos interlocutores, eliminando eventuais ambiguidades. Diante disso, percebe-se a extrema importância de grandes campanhas de incentivo à leitura, tanto as que são iniciativa do governo, como as privadas.</p>
<p>O uso mais corrente de um grupo reduzido de palavras não deve ser entendido somente como resultado de uma educação escolar deficiente, ou ainda de uma vivênci acultural menos rica. É, além disso, e sobretudo, um fenômeno inerente à própria língua, em especial à linguagem falada e coloquial.</p>
<p>É claro que isso não deve ser tomado como pretexto para que governos locais e nacionais se furtem de investir uma parcela considerável de seus orçamentos em educação, construindo, ampliando e reformando escolas e universidades, contratando e capacitando adequadamente professores, evitando atrasos no pagamento e reajuste de salários, e criando e executando políticas que contribuam para elevar o nível de aprendizado e a qualidade do ensino.</p>
<p>O mesmo vale para investimentos em cultura, destacando-se a necessidade de promoção das artes como um todo, patrocínio de obras cinematográficas, teatrais e literárias, construção e manutenção de centros culturais, museus e casas de espetáculos, tudo de forma que seja o mais acessível, dentro das possibilidades, para a população. Tais políticas educacionais e culturais, além de melhorar a qualidade de vida no país, combatem indiretamente problemas estruturais, como a má distribuição de renda e as desigualdades sociais.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/dwbh.wordpress.com/129/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/dwbh.wordpress.com/129/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/dwbh.wordpress.com/129/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/dwbh.wordpress.com/129/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/dwbh.wordpress.com/129/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/dwbh.wordpress.com/129/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/dwbh.wordpress.com/129/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/dwbh.wordpress.com/129/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/dwbh.wordpress.com/129/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/dwbh.wordpress.com/129/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/dwbh.wordpress.com/129/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/dwbh.wordpress.com/129/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/dwbh.wordpress.com/129/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/dwbh.wordpress.com/129/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=dwbh.wordpress.com&amp;blog=108943&amp;post=129&amp;subd=dwbh&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://dwbh.wordpress.com/2009/06/05/defenestracao/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
	
		<media:content url="http://0.gravatar.com/avatar/4a029b535b2a629a5ee01395d5f30764?s=96&#38;d=identicon&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">dwbh</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Changes in South America over the last 20 years</title>
		<link>http://dwbh.wordpress.com/2009/06/03/changes-in-south-america-over-the-last-20-years/</link>
		<comments>http://dwbh.wordpress.com/2009/06/03/changes-in-south-america-over-the-last-20-years/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2009 15:15:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucas</dc:creator>
				<category><![CDATA[política]]></category>
		<category><![CDATA[politics]]></category>
		<category><![CDATA[changes]]></category>
		<category><![CDATA[essay]]></category>
		<category><![CDATA[left]]></category>
		<category><![CDATA[left wing]]></category>
		<category><![CDATA[south america]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://dwbh.wordpress.com/?p=125</guid>
		<description><![CDATA[The South American continent has been subject to enormous changes over the last two decades, and among these changes, the political ones are, by far, the most easily noticeable. For many countries, it has been a period of slow recovery from long decades of oppression and persecution conducted by military dictatorships. Left wing movements, some [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=dwbh.wordpress.com&amp;blog=108943&amp;post=125&amp;subd=dwbh&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>The South American continent has been subject to enormous changes over the last two decades, and among these changes, the political ones are, by far, the most easily noticeable. For many countries, it has been a period of slow recovery from long decades of oppression and persecution conducted by military dictatorships.</p>
<p>Left wing movements, some of them linked with the USSR, suffered the most, as a result of the US foreign policy for the region during Cold War.</p>
<p>In recent years, the great majority of South American countries have elected left wing governments. They have, in general, a greater concern with social policies and with eliminating dependence on a single major economy, as well as preventing foreign intervention in internal affairs.</p>
<p>President Obama&#8217;s declaration in the Summit of the Americas, stating that he wants the US to have fair relations with Latin American countries, as with equals, is also a great sign of hope for the days to come.</p>
<p>All of these changes represent a major accomplishment, the result of long, and often painful struggles. It does not mean, however, that everyone can enjoy a good life, but rather that there is much more to be done. Corruption is one of the strongest examples of the struggles ahead.</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/dwbh.wordpress.com/125/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/dwbh.wordpress.com/125/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/dwbh.wordpress.com/125/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/dwbh.wordpress.com/125/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/dwbh.wordpress.com/125/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/dwbh.wordpress.com/125/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/dwbh.wordpress.com/125/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/dwbh.wordpress.com/125/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/dwbh.wordpress.com/125/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/dwbh.wordpress.com/125/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/dwbh.wordpress.com/125/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/dwbh.wordpress.com/125/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/dwbh.wordpress.com/125/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/dwbh.wordpress.com/125/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=dwbh.wordpress.com&amp;blog=108943&amp;post=125&amp;subd=dwbh&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://dwbh.wordpress.com/2009/06/03/changes-in-south-america-over-the-last-20-years/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
	
		<media:content url="http://0.gravatar.com/avatar/4a029b535b2a629a5ee01395d5f30764?s=96&#38;d=identicon&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">dwbh</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Frio polar na sala de computadores da BNB</title>
		<link>http://dwbh.wordpress.com/2009/06/03/frio-polar-na-sala-de-computadores-da-bnb/</link>
		<comments>http://dwbh.wordpress.com/2009/06/03/frio-polar-na-sala-de-computadores-da-bnb/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2009 15:03:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucas</dc:creator>
				<category><![CDATA[diplomacia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://dwbh.wordpress.com/?p=121</guid>
		<description><![CDATA[Desde umas duas ou três semanas passei a frequentar a BNB (Biblioteca Nacional de Brasília) pra estudar pro concurso do Instituto Rio Branco. Não sei se todos tão sabendo ainda, provavelmente não. Saí do meu emprego anterior e agora estou me dedicando totalmente aos estudos. Resolvi que se continuasse tentando trabalhar 8h/dia e estudar ao mesmo tempo, [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=dwbh.wordpress.com&amp;blog=108943&amp;post=121&amp;subd=dwbh&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Desde umas duas ou três semanas passei a frequentar a <a title="BNB" href="http://www.bnb.df.gov.br/" target="_blank">BNB</a> (Biblioteca Nacional de Brasília) pra estudar pro concurso do <a title="IRBr" href="http://www.irbr.mre.gov.br/" target="_blank">Instituto Rio Branco</a>. Não sei se todos tão sabendo ainda, provavelmente não. Saí do meu emprego anterior e agora estou me dedicando totalmente aos estudos. Resolvi que se continuasse tentando trabalhar 8h/dia e estudar ao mesmo tempo, simplesmente não daria conta de passar no concurso, que é pra lá de difícil. Separei dois anos da minha vida só pra isso. Estou fazendo cursinho preparatório específico para esse concurso, no <a title="Curso JB" href="http://www.cursojb.com.br/">JB</a>, que aliás recomendo fortemente. Vou estudar firme e forte esse ano todo, prestar o concurso no começo do ano que vem. Se passar, bom, se não passar, estudo mais um ano, com maior intensidade, e presto de novo no começo de 2011. Se não passar, vejo o que faço, mas pelo menos esses dois anos quero deixar dedicados só pra isso.</p>
<p>Aliás, faz uns bons meses que não escrevo aqui. Sobre o assunto do post em si, bem&#8230; Aqui na BNB tem uma sala até grande cheia de computadores ligados à internet, maravilhosa. Mas o pessoal não tem dó de ar condicionado não&#8230; Não têm noção! Tem que levar casaco reforçado!</p>
<p>E mais uma coisa&#8230; Tô querendo escrever mais aqui, colocar redações que vou escrever durante a preparação, comentar notícias, coisas assim. E também, claro, deixar que outros comentem o que escrevo, assim todos crescemos&#8230; =)</p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/dwbh.wordpress.com/121/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/dwbh.wordpress.com/121/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/dwbh.wordpress.com/121/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/dwbh.wordpress.com/121/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/dwbh.wordpress.com/121/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/dwbh.wordpress.com/121/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/dwbh.wordpress.com/121/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/dwbh.wordpress.com/121/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/dwbh.wordpress.com/121/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/dwbh.wordpress.com/121/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/dwbh.wordpress.com/121/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/dwbh.wordpress.com/121/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/dwbh.wordpress.com/121/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/dwbh.wordpress.com/121/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=dwbh.wordpress.com&amp;blog=108943&amp;post=121&amp;subd=dwbh&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://dwbh.wordpress.com/2009/06/03/frio-polar-na-sala-de-computadores-da-bnb/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
	
		<media:content url="http://0.gravatar.com/avatar/4a029b535b2a629a5ee01395d5f30764?s=96&#38;d=identicon&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">dwbh</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>MANIFESTO MOVIMENTO SAIA ÀS RUAS: Luz em nossa democracia inacabada</title>
		<link>http://dwbh.wordpress.com/2009/04/30/manifesto-movimento-saia-as-ruas-luz-em-nossa-democracia-inacabada/</link>
		<comments>http://dwbh.wordpress.com/2009/04/30/manifesto-movimento-saia-as-ruas-luz-em-nossa-democracia-inacabada/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 30 Apr 2009 18:19:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucas</dc:creator>
				<category><![CDATA[política]]></category>
		<category><![CDATA[ato]]></category>
		<category><![CDATA[brasil]]></category>
		<category><![CDATA[daniel]]></category>
		<category><![CDATA[daniel dantas]]></category>
		<category><![CDATA[dantas]]></category>
		<category><![CDATA[fora]]></category>
		<category><![CDATA[gilmar]]></category>
		<category><![CDATA[gilmar mendes]]></category>
		<category><![CDATA[manifestação]]></category>
		<category><![CDATA[manifesto]]></category>
		<category><![CDATA[mendes]]></category>
		<category><![CDATA[movimento]]></category>
		<category><![CDATA[saia às ruas]]></category>
		<category><![CDATA[stf]]></category>
		<category><![CDATA[supremo]]></category>
		<category><![CDATA[supremo tribunal federal]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://dwbh.wordpress.com/?p=117</guid>
		<description><![CDATA[Há 30 anos o Brasil iniciou um processo árduo de transição democrática.  Combatemos a ditadura militar a custa de sacrifício, sangue e lágrimas.  O povo brasileiro, de maneira direta e contundente, disse não à opressão, não à desigualdade radical, não à pobreza.  O símbolo de nossa vitória foi a Constituição de 1988, que estabeleceu as bases de um [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=dwbh.wordpress.com&amp;blog=108943&amp;post=117&amp;subd=dwbh&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="margin:1ex;">
<div>
<p>Há  30 anos o Brasil iniciou um processo árduo de transição democrática.  Combatemos  a ditadura militar a custa de sacrifício, sangue e lágrimas.  O povo  brasileiro, de maneira direta e contundente, disse não à opressão,  não à desigualdade radical, não à pobreza.  O símbolo de nossa vitória  foi a Constituição de 1988, que estabeleceu as bases de um novo País.  Um  País que valoriza a participação social, que condena a discriminação  de gênero, de raça e de classe.  Queremos resgatar o espírito das Diretas!  Uma democracia viva é aquela com o povo nas ruas!</p>
<p>O  Judiciário é alicerce dos poderes de nossa República. O Supremo,  como Corte Constitucional, representa isso em seu grau máximo. Entretanto,  o que vimos no último ano foi uma “destruição” na imagem e na  credibilidade do Judiciário. O presidente Gilmar Mendes conseguiu colocar  a Suprema Corte do País contra o sentimento que está nas ruas! Além  disso, contraria o pensamento do próprio tribunal que deixa de decidir  como um colegiado e causa um prejuízo ao conjunto do Judiciário Brasileiro  que passa a ficar desacreditado.</p>
<p>Nos  últimos meses, temos sofrido calados ao dar-nos conta de que algumas  das nossas conquistas mais nobres estão sendo ameaçadas.  Sofremos porque  percebemos que a Justiça ainda trata pobres e ricos de maneira desigual.  Sofremos  porque notamos que os privilégios de classe e o preconceito contra  os movimentos sociais persistem na mais alta corte do Brasil.  Nós nos  sentimos traídos por quem deveria zelar – e não destruir – (por)  nossa democracia: o Presidente do Supremo Tribunal Federal!</p>
<p>Ao  libertar o banqueiro Daniel Dantas e criminalizar os movimentos populares,  o Ministro Gilmar Mendes revela a mesma mentalidade autoritária contra  a qual lutamos nos últimos 30 anos.  O Brasil já não admite a visão  achatada da lei, aplicada acriticamente para oprimir os mais fracos.  O  Brasil já não atura palavras de ordem judiciais – como “estado  de direito”, “devido processo legal” ou “princípio da legalidade”  – apresentadas como se fossem mandamentos divinos para calar o povo.  Já  não há espaço no Brasil para um Judiciário das elites, um Judiciário  das desigualdades.</p>
<p>Sabemos  que nossa luta não será fácil.  No passado recente, lutamos contra  a ditadura do Executivo e, a duras penas, vencemos.  Lutamos contra a  opressão ao Legislativo e pela liberdade da sociedade civil organizada  e a nossa força também prevaleceu.  Mas não conseguimos por fim ao  autoritarismo judicial, hoje encarnado na postura do Ministro Gilmar  Mendes. Mantivemos, no centro da democracia brasileira, a mão forte  de uma instituição que oprime, que desagrega, que exclui.  Chegou a  hora de retomar a terceira batalha. O Judiciário ainda não completou  sua transição para a democracia e a maior prova disso são as posturas  do ministro Gilmar Mendes que ofendem e indignam a vontade da população.</p>
<p>O  ministro Gilmar Mendes representa um autoritarismo e uma polêmica partidária-ideológica  que não coadunam com a nova luz democrática que as ruas querem para  este tribunal. Você se lembra de algum partido político que lançou  uma nota em apoio a algum presidente do Supremo em outro momento desse  país como fez o DEM? Como esse ministro irá julgar agora os processos  contra esse partido? Essa partidarização das questões nas quais o  ministro Gilmar Mendes está envolvido mina sua credibilidade como juiz  isento e imparcial.Sua saída indicaria renovação e o fim de atitudes  coronelistas e suspeitas infindáveis que recaem sobre ele (ver abaixo  “SUSPEITAS QUE RECAEM SOBRE GILMAR MENDES”)</p>
<p>Por  isso, a voz das ruas está pedindo a saída do presidente do STF Gilmar  Mendes. Não admitimos mais a presença de juízes que não tenham imparcialidade,  integridade moral, espírito democrático-republicano e reputação  ilibada para decidir nesta corte. Uma nova luz, democrática e ética  deve surgir no STF!</p>
<p>Nas  ruas e nos campos, nas capitais e no interior deste País, milhões  de brasileiros escondem uma dor cortante dentro de si. Nossa dor é uma  dor moral, que nos corrói a alma e nos aperta o coração.  Sofremos  por nossa democratização inacabada expressada no presidente do Supremo  que, a pretexto de defender direitos individuais, criminaliza movimentos  sociais e beneficia banqueiros poderosos. A garantia dos direitos individuais  não pode tornar-se desculpa para a impunidade reinante. Já que a soberania  emana do povo, perguntem às ruas! Ministro Gilmar Mendes, você nos  envergonha  como povo! Precisamos de ministros que sejam respeitados pela maioria  da população e tenham reputação ilibada. Precisamos de mentes que,  além de técnicas, sejam democráticas e éticas.</p>
<p>É  por isso que estamos aqui, em uma vigília por um novo amanhecer, para  devolver ao Brasil a liberdade que nos tentam roubar.  Não haverá uma  nova luz sobre o Judiciário, enquanto não terminarmos a luta que o  povo brasileiro começou há 30 anos. Chegou a hora de concluir a transição  democrática, de sair às ruas e iluminar a nossa história com novo  choque de liberdade.  O povo já tirou o Collor e tirará Gilmar Mendes!<br />
Saia às ruas Gilmar Mendes e não volte ao STF!  Viva o povo brasileiro!</p>
<p><strong>Movimento Saia  às Ruas. </strong></p>
<p><a href="http://www.saiagilmar.blogspot.com/" target="_blank">http://saiagilmar.blogspot.com/</a></p>
<p><a href="mailto:saiagilmar@gmail.com" target="_blank">saiagilmar@gmail.com</a></p>
<p><strong>SUSPEITAS SOBRE  GILMAR MENDES </strong></p>
<ol>
<li> Os processos  que tramitavam contra ele antes de sua posse no STF. A Constituição  Federal é clara em exigir dos Ministros daquela Corte a reputação  ilibada. O povo, no texto constitucional, quis assim. Gilmar Mendes,  enquanto Advogado Geral da União fez a AGU realizar inúmeros contratos  sem licitação com o IDP (Instituto Brasiliense de Direito Público)  um curso de direito que é dono desde a época, para que seus subordinados  públicos ali fizessem cursos. Além disso, Gilmar Mendes respondia  a uma ação civil pública por improbidade administrativa quando foi  indicado ao STF e que posteriormente foi extinta de forma não-unânime  pelo próprio STF (logo antes de Gilmar assumir a presidência do tribunal).</li>
<li> A relação  de conflito de interesse inerente ao fato de um presidente de um dos  poderes da República ser proprietário de um curso de direito pago  com benesses públicas e que se vale disso com o slogan “estude com  que faz a jurisprudência”. É conseguir vantagens pessoais lucrativas  por meio de um cargo público que deveria somente ter interesse republicano.  Inclusive, ressalte-se o absurdo do curso de Gilmar Mendes até hoje  manter contratos com o poder público, já tendo faturado com isso mais  de R$ 2,4 milhões, tudo sem licitação. E, até hoje, o ministro Gilmar  Mendes não explicou a aquisição do imenso edifício que possui para  seu curso em área nobre de Brasília, feito com recursos de bancos  públicos, ligados ao Fundo Constitucional do Centro-Oeste e com isenção  de impostos e descontos de 80% de programas do Governo do Distrito Federal.</li>
<li> A forma como se relaciona    com um grupo político-partidário na cidade de Diamantino, Mato Grosso,    onde tem fazendas, e exerce profunda influência nas decisões jurídicas    da região, especialmente eleitorais, em que esteja interessado seu    irmão, Chico Mendes, ex-prefeito. Como, por exemplo, a cassação do    prefeito Juviano Lincoln (PPS) . Juviano tentava fazer uma devassa nas    contas do irmão de Chico. Mas foi processado rapidamente e cassado    três meses após assumir. Já o irmão de Gilmar Mendes não teve até    hoje seus 30 processos eleitorais julgados – mesmo depois de 8 anos    a frente da prefeitura. O ministro Gilmar inclusive participou pessoalmente    de comícios e atos políticos estaduais no Mato Grosso, em um dos quais    o governador Blairo Maggi chegou a afirmar que “Ele (Mendes) vale    por todos os deputados e senadores do Mato Grosso. Ele tem uma força    muito grande”. Acreditamos que a força de um presidente do Supremo    deve ser demonstrada no julgamento dos processos e não em benefício    de uma oligarquia estadual qualquer.</li>
<li> O método  e o fundamento utilizado nas duas solturas instantâneas concedidas  ao banqueiro Daniel Dantas, com decisões precipitadas (segundo vários  juristas, como Dalmo Dallari). Nas quais, de forma inédita no país,  um rico foi julgado por corrupção e preso por tal fato na primeira  instância. Solto em menos de 24 horas pelo Ministro Gilmar Mendes (algo  raro em seus julgados) foi novamente preso, por ter viabilizado o suborno  de um delegado da Polícia Federal com um milhão de reais, mas foi  solto novamente de forma imediata (algo inédito em seus julgados),  em uma decisão que fundamentava não existir fato novo, mesmo com a  decisão do juiz Fausto de Sanctis falar essencialmente no fato do suborno,  não escrito na primeira prisão. Jamais o ministro Gilmar se mobilizou  assim para impedir que ficasse uma semana na cadeia um ladrão de galinha,  um sem terra ou qualquer pessoa que não tivesse excelentes advogados  que são, inclusive, amigos pessoais do ministro.</li>
<li> A forma  autoritária como trata seus pares e, inclusive, a imprensa que não  lhe é submissa, como foi o caso da censura imposta pelo ministro Gilmar  Mendes ao programa veiculado pela Internet da TV Câmara em que era  entrevistado o jornalista Leandro Fortes, da Carta Capital.</li>
<li> A irresponsabilidade  e a velocidade como profere julgamentos públicos e midiáticos sobre  grupos, pessoas e instituições entre os quais poderá tratar no futuro  em processos. Atitude que se acentuou na medida em que ganhou poderes,  em especial neste um ano de presidência do STF, como por exemplo o  julgamento generalizado que fez das ações da polícia federal, do  ministério público e de movimentos sociais, fora dos autos que, posteriormente,  deveria julgar com imparcialidade.</li>
</ol>
<p><em>(Todas as informações  citadas pelo Manifesto não são invenções nossas, mas foram amplamente  divulgadas na internet, inclusive em sites jurídicos e ainda em revistas  semanais e periódicos diários).</em></div>
</div>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/dwbh.wordpress.com/117/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/dwbh.wordpress.com/117/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/dwbh.wordpress.com/117/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/dwbh.wordpress.com/117/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/dwbh.wordpress.com/117/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/dwbh.wordpress.com/117/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/dwbh.wordpress.com/117/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/dwbh.wordpress.com/117/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/dwbh.wordpress.com/117/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/dwbh.wordpress.com/117/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/dwbh.wordpress.com/117/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/dwbh.wordpress.com/117/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/dwbh.wordpress.com/117/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/dwbh.wordpress.com/117/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=dwbh.wordpress.com&amp;blog=108943&amp;post=117&amp;subd=dwbh&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://dwbh.wordpress.com/2009/04/30/manifesto-movimento-saia-as-ruas-luz-em-nossa-democracia-inacabada/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
	
		<media:content url="http://0.gravatar.com/avatar/4a029b535b2a629a5ee01395d5f30764?s=96&#38;d=identicon&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">dwbh</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Qype: Dra. Eliane Alves de Lima em Brasília</title>
		<link>http://dwbh.wordpress.com/2009/03/25/qype-dra-eliane-alves-de-lima-em-brasilia/</link>
		<comments>http://dwbh.wordpress.com/2009/03/25/qype-dra-eliane-alves-de-lima-em-brasilia/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 25 Mar 2009 15:36:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://dwbh.wordpress.com/2009/03/25/qype-dra-eliane-alves-de-lima-em-brasilia/</guid>
		<description><![CDATA[Brasilia Achei o telefone do consultório da Dra. Eliane ligando no Hospital da Unimed em Brasília e perguntando pra atendende. Aqui em Brasília é bem mais difícil de achar médicos que atendam pela Unimed do que em Campinas, onde eu morei por 8 anos, por exemplo. O consultório é bem pequeno, mas também bem simpático. [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=dwbh.wordpress.com&amp;blog=108943&amp;post=116&amp;subd=dwbh&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.qype.com.br/bre-brasilia">Brasilia</a></p>
<p>Achei o telefone do consultório da Dra. Eliane ligando no Hospital da Unimed em Brasília e perguntando pra atendende. Aqui em Brasília é bem mais difícil de achar médicos que atendam pela Unimed do que em Campinas, onde eu morei por 8 anos, por exemplo. O consultório é bem pequeno, mas também bem simpático. A Dra. Eliane foi bem profissional, me fez uma série de perguntas, mas mal levantou a cabeça pra olhar na minha cara, ficou quase o tempo todo anotando coisas, meio mecânica, sei lá. Talvez isso não tenha nenhum problema no ser médica dela, mas eu em geral espero um atendimento mais humano, como por exemplo conversar mais com o paciente, enfim, tratá-lo como uma pessoa e não como um problema a ser resolvido. Me examinou deitado, tocou minha barriga, e o que achei bem estranho: pedi pra eu pôr a língua pra fora, e menos de alguns milésimos de segundo depois de eu atendê-la, já pediu pra me levantar&#8230; Não entendi! Nem olhou direito&#8230; Enfim. Ela pediu uma endoscopia, que era a coisa mais óbvia a se fazer, dado o meu quadro de dores de estômago freqüentes. Vou fazer o exame na quinta (dois dias após a consulta) lá no consultório dela mesmo, e vamos ver no que dá. Aliás, isso foi um ponto positivíssimo dela: consegui marcar uma consulta só com uma semana de antecedência! Nos outros consultórios que liguei, só tinha horários vagos pra daqui no mínimo um mês! E o fato de ela mesma já fazer a endoscopia foi também outro ponto forte a favor, e de poder marcar pra só 2 dias depois da consulta. Talvez isso indique que existe baixa procura por ela e que ela não é tão popular assim. Talvez não. Veremos. Me passou também dois remédios pras dores, que segundo ela não mascaram o exame da endoscopia. Como o exame foi marcado com tanta rapidez, resolvi esperar os resultados pra não comprar remédio (que em geral é caro) à toa. Resumo da ópera: atendimento super profissional e bem pouco pessoal, direto ao assunto, perguntas objetivas, rapidez na marcação de consultas e exames, boa localização do consultório.<br />
Veja mais resenhas de <a href="http://www.qype.com.br/place/535884-Dra-Eliane-Alves-de-Lima-Brasilia">Dra. Eliane Alves de Lima</a> &#8211; Eu sou <a href="http://www.qype.com.br/people/swperman">swperman</a> &#8211; em <a href="http://www.qype.com.br/">Qype</a></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/dwbh.wordpress.com/116/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/dwbh.wordpress.com/116/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/dwbh.wordpress.com/116/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/dwbh.wordpress.com/116/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/dwbh.wordpress.com/116/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/dwbh.wordpress.com/116/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/dwbh.wordpress.com/116/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/dwbh.wordpress.com/116/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/dwbh.wordpress.com/116/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/dwbh.wordpress.com/116/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/dwbh.wordpress.com/116/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/dwbh.wordpress.com/116/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/dwbh.wordpress.com/116/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/dwbh.wordpress.com/116/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=dwbh.wordpress.com&amp;blog=108943&amp;post=116&amp;subd=dwbh&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://dwbh.wordpress.com/2009/03/25/qype-dra-eliane-alves-de-lima-em-brasilia/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
	
		<media:content url="http://0.gravatar.com/avatar/4a029b535b2a629a5ee01395d5f30764?s=96&#38;d=identicon&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">dwbh</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Qype: Fernando&#8217;s Bar em Campinas</title>
		<link>http://dwbh.wordpress.com/2008/10/29/qype-fernandos-bar-em-campinas/</link>
		<comments>http://dwbh.wordpress.com/2008/10/29/qype-fernandos-bar-em-campinas/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 29 Oct 2008 12:23:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucas</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://dwbh.wordpress.com/2008/10/29/qype-fernandos-bar-em-campinas/</guid>
		<description><![CDATA[Campinas Barzinho bem simples, nada muito extraordinário, com a vantagem de ser bem no centro de Barão Geraldo. Se você quer tomar aquela cervejinha esperta com os amigos depois do trabalho, sem grandes pretensões, só bater um papo solto&#8230; É o lugar ideal! E eu sou meio suspeito pra falar, porque fica só umas 3 [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=dwbh.wordpress.com&amp;blog=108943&amp;post=114&amp;subd=dwbh&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.qype.com.br/bra-campinas">Campinas</a></p>
<p>Barzinho bem simples, nada muito extraordinário, com a vantagem de ser bem no centro de Barão Geraldo. Se você quer tomar aquela cervejinha esperta com os amigos depois do trabalho, sem grandes pretensões, só bater um papo solto&#8230; É o lugar ideal! E eu sou meio suspeito pra falar, porque fica só umas 3 quadras da minha casa! =) Se você mora nas redondezas e não tem carro, é uma boa pedida! Tem um bom sonzinho ambiente (o pessoal tem um gosto musical relativamente bom), bom atendimento, preços razoáveis&#8230; De vez em quando tem até música ao vivo! =)<br />
Veja minhas resenhas de <a href="http://www.qype.com.br/place/281874-Fernandos-Bar-Campinas">Fernando&#8217;s Bar</a> &#8211; Eu sou <a href="http://www.qype.com.br/people/swperman">swperman</a> &#8211; em <a href="http://www.qype.com.br/">Qype</a></p>
<br />  <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/dwbh.wordpress.com/114/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/dwbh.wordpress.com/114/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/dwbh.wordpress.com/114/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/dwbh.wordpress.com/114/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/dwbh.wordpress.com/114/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/dwbh.wordpress.com/114/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/dwbh.wordpress.com/114/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/dwbh.wordpress.com/114/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/dwbh.wordpress.com/114/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/dwbh.wordpress.com/114/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/dwbh.wordpress.com/114/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/dwbh.wordpress.com/114/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/dwbh.wordpress.com/114/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/dwbh.wordpress.com/114/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=dwbh.wordpress.com&amp;blog=108943&amp;post=114&amp;subd=dwbh&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://dwbh.wordpress.com/2008/10/29/qype-fernandos-bar-em-campinas/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
	
		<media:content url="http://0.gravatar.com/avatar/4a029b535b2a629a5ee01395d5f30764?s=96&#38;d=identicon&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">dwbh</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>Hymne by Charles Baudelaire</title>
		<link>http://dwbh.wordpress.com/2008/08/12/hymne-by-charles-baudelaire/</link>
		<comments>http://dwbh.wordpress.com/2008/08/12/hymne-by-charles-baudelaire/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 12 Aug 2008 15:22:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucas</dc:creator>
				<category><![CDATA[poesia]]></category>
		<category><![CDATA[poetry]]></category>
		<category><![CDATA[amor]]></category>
		<category><![CDATA[amour]]></category>
		<category><![CDATA[baudelaire]]></category>
		<category><![CDATA[eternidade]]></category>
		<category><![CDATA[eternité]]></category>
		<category><![CDATA[eternity]]></category>
		<category><![CDATA[immortalité]]></category>
		<category><![CDATA[imortalidade]]></category>
		<category><![CDATA[imortality]]></category>
		<category><![CDATA[love]]></category>
		<category><![CDATA[poem]]></category>
		<category><![CDATA[poema]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://dwbh.wordpress.com/?p=107</guid>
		<description><![CDATA[A la très-chère, à la très-belle Qui remplit mon coeur de clarté A l&#8217;ange, à I&#8217;idole immortelle, Salut en immortalité! Elle se répand dans ma vie Comme un air imprégné de sel Et dans mon âme inassouvie Verse le goût de l&#8217;éternel. Sachet toujours frais qui parfume L&#8217;atmosphère d&#8217;un cher réduit, Encensoir oublié qui fume [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=dwbh.wordpress.com&amp;blog=108943&amp;post=107&amp;subd=dwbh&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>A la très-chère, à la très-belle<br />
Qui remplit mon coeur de clarté<br />
A l&#8217;ange, à I&#8217;idole immortelle,<br />
Salut en immortalité!</em></p>
<p><em>Elle se répand dans ma vie<br />
Comme un air imprégné de sel<br />
Et dans mon âme inassouvie<br />
Verse le goût de l&#8217;éternel.</em></p>
<p><em>Sachet toujours frais qui parfume<br />
L&#8217;atmosphère d&#8217;un cher réduit,<br />
Encensoir oublié qui fume<br />
En secret à travers la nuit,</em></p>
<p><em>Comment, amour incorruptible,<br />
T&#8217;exprimer avec vérité?<br />
Grain de musc qui gis, invisible,<br />
Au fond de mon Éternité!</em></p>
<p><em>A la très-bonne, à la très-belle<br />
Qui fait ma joie et ma santé<br />
A l&#8217;ange, à l&#8217;idole immortelle,<br />
Salut en immortalité!<br />
</em><br />
<strong>Minha tradução:</strong></p>
<p><em>Hino</em></p>
<p><em>À mui querida, à mui bela<br />
Que enche meu coração de luz<br />
Ao anjo, ao ídolo imortal,<br />
Saudação na imortalidade!</em></p>
<p><em>Ela se espalha na minha vida<br />
Como um ar impregnado de sal<br />
E na minha alma insaciada<br />
Derrama o sabor do eterno.</em></p>
<p><em>Sachê sempre fresco que perfuma<br />
a atmosfera de reduto querido,<br />
Incensário esquecido que fumega<br />
Em segredo pela noite,</em></p>
<p><em>Como, amor incorruptível,<br />
Te exprimir com verdade?<br />
Grão de almíscar que jaz, invisível,<br />
No fundo de minha Eternidade!</em></p>
<p><em>À mui boa, à mui bela<br />
Que faz a minha alegria e a minha saúde<br />
Ao anjo, ao ídolo imortal,<br />
Saudação na imortalidade!</em></p>
<p><strong>English translation by:<br />
Eli Siegel, <em>Hail, American Development</em><br />
(New York: Definition Press, 1968)</strong></p>
<p><em>Hymn<br />
</em></p>
<p><em> To the very dear, to the beautiful one<br />
Who fills my heart with clearness,<br />
To the angel, to the immortal idol,<br />
Hail in immortality!<br />
</em></p>
<p><em> She is where my life is<br />
Like air tinged with salt,<br />
And in my still desiring soul<br />
Pours the taste of eternity.<br />
</em></p>
<p><em> Richness always fresh that perfumes<br />
The atmosphere with a dear something,<br />
Forgotten censer which is misty<br />
In secret through the night,<br />
</em></p>
<p><em> How, love incorruptible,<br />
Tell of you with truth?<br />
Musk grain, that lies, unseen,<br />
At the beginning of my everlastingness!<br />
</em></p>
<p><em> To the very good, to the very beautiful one<br />
Who is my joy and my health,<br />
To the angel, to the immortal idol,<br />
Hail in immortality!</em></p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/dwbh.wordpress.com/107/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/dwbh.wordpress.com/107/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/dwbh.wordpress.com/107/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/dwbh.wordpress.com/107/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/dwbh.wordpress.com/107/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/dwbh.wordpress.com/107/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/dwbh.wordpress.com/107/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/dwbh.wordpress.com/107/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/dwbh.wordpress.com/107/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/dwbh.wordpress.com/107/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/dwbh.wordpress.com/107/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/dwbh.wordpress.com/107/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/dwbh.wordpress.com/107/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/dwbh.wordpress.com/107/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/dwbh.wordpress.com/107/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/dwbh.wordpress.com/107/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=dwbh.wordpress.com&amp;blog=108943&amp;post=107&amp;subd=dwbh&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://dwbh.wordpress.com/2008/08/12/hymne-by-charles-baudelaire/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
	
		<media:content url="http://0.gravatar.com/avatar/4a029b535b2a629a5ee01395d5f30764?s=96&#38;d=identicon&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">dwbh</media:title>
		</media:content>
	</item>
		<item>
		<title>A liberdade e as pressões (externas e internas)</title>
		<link>http://dwbh.wordpress.com/2008/04/09/a-liberdade-e-as-pressoes-externas-e-internas/</link>
		<comments>http://dwbh.wordpress.com/2008/04/09/a-liberdade-e-as-pressoes-externas-e-internas/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 09 Apr 2008 16:16:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Lucas</dc:creator>
				<category><![CDATA[life]]></category>
		<category><![CDATA[vida]]></category>
		<category><![CDATA[afobamento]]></category>
		<category><![CDATA[confiança]]></category>
		<category><![CDATA[confidence]]></category>
		<category><![CDATA[personal]]></category>
		<category><![CDATA[pessoal]]></category>
		<category><![CDATA[secrets]]></category>
		<category><![CDATA[segredos]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://dwbh.wordpress.com/?p=104</guid>
		<description><![CDATA[Acho que faz tempo que não escrevo da vida&#8230; da minha vida, no presente. Tudo tem sido muito corrido. Estou trabalhando todo dia, das 8h às 18h, freqüentando um cursinho preparatório de segunda a quinta, das 19h às 22h, e estudando o quanto e como posso, nas sextas à noite e nos finais de semana. [...]<img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=dwbh.wordpress.com&amp;blog=108943&amp;post=104&amp;subd=dwbh&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Acho que faz tempo que não escrevo da vida&#8230; da minha vida, no presente. Tudo tem sido muito corrido. Estou trabalhando todo dia, das 8h às 18h, freqüentando um cursinho preparatório de segunda a quinta, das 19h às 22h, e estudando o quanto e como posso, nas sextas à noite e nos finais de semana. E na medida do possível vou me ajeitando e arrumando um tempinho, por menor que seja, pra fazer o que eu gosto e o que me anima e me move.</p>
<p>Ultimamente tenho pensado um pouco sobre o fato de eu ser muito empolgado com as coisas que acontecem e, principalmente, as que vão acontecer comigo. Um exemplo é o concurso para o <a title="Instituto Rio Branco" href="http://www.irbr.mre.gov.br/" target="_blank">Rio Branco</a>&#8230; Todo dia pego carona com o Túlio, indivíduo gente boa e motorizado que mora em Barão, e com a Érica, indivídua que trabalha e compartilha das minhas dificuldades de conciliação entre estudo e trabalho. Pois a Érica tava me dizendo que não tinha falado pra quase ninguém que queria prestar Rio Branco, que tava estudando e fazendo cursinho. Ela contou que tomou essa atitude por conta de experiências negativas que teve com o exame da OAB (ela é formada em direito). Cria-se toda uma expectativa e uma pressão em torno disso, que acaba tirando um pouco da liberdade. Ela não queria advogar e pra ela isso era muito claro, e não gostava nem um pouco da pressão por fazer OAB, exercer a profissão para a qual tinha se preparado etc.</p>
<p>Comigo acontece muito a coisa no sentido oposto, e isso me ajudou a percebê-lo melhor. Quando existe uma mínima expectativa em relação a alguma coisa, eu já começo a espalhar pelos quatro cantos, saio contando pra todo mundo mesmo, e até bem pouco tempo atrás nem me dava conta disso. O problema disso não é nem a pressão externa, dos amigos e familiares, mas sim a pressão que eu acabo criando sobre mim mesmo e a perfeição que eu me exijo, que é bem pior, e aumenta muito e me prejudica em muitos sentidos.</p>
<p>Um outro desdobramento disso é algo que conversei recentemente com minha grande e querida amiga e vizinha Ju: a aflição, o afobamento, a empolgação excessiva com algumas coisas. No fundo talvez seja a mesma coisa, ou talvez a causa do &#8220;sair contando pra todo mundo&#8221;. Uma coisa que muitas pessoas têm, de esperar algo estar minimamente bem estruturado e sólido para só depois contar aos próximos, para prevenir expectativas frustradas, é algo que para mim é extremamente difícil. Relacionado a isso está a arte de guardar segredos, que tenho aprendido bastante e posso dizer que já domino com certa desenvoltura, mas igualmente foi um processo bem lento. Até alguns anos atrás eu não tinha o menor pudor em contar coisas confidenciadas a mim para outras pessoas da minha confiança, não via nisso o menor problema. E claro, em algumas situações a pessoa que confidenciava acabava descobrindo e isso diminuía bastante a confiança em mim. Com o tempo fui aprendendo o que para muitas pessoas é óbvio, e isso hoje me alegra muito.</p>
<p>Essa outra etapa de ser mais cauteloso com as coisas incertas sobre o meu futuro que eu revelo para os amigos&#8230; Isso está sendo um desafio, superado pouco a pouco, em pequeninas e importantes etapas. Os resultados são animadores&#8230; Recomendo! =) Ah, vou ver se escrevo sobre Taizé no fim de semana&#8230; Sem garantias&#8230;</p>
<p>.</p>
<p><strong>Freedom and (external and internal) pressures</strong></p>
<p>I think I haven&#8217;t written about life for a while&#8230; about my life, in the present. My free time is very reduced now. I&#8217;m working everyday from 8am to 6pm, attending a preparatory course from Monday to Friday, from 7pm to 10pm. and studying as much as and however I can, on Friday nights and on weekends. And I try to find some time, no matter how small, to do things I like, things that excite me and move me.</p>
<p>I&#8217;ve been thinking lately about the fact that I&#8217;m too overwhelmed with things that happen and, specially, things that will happen to me. An example are the exams for <a title="Info about the diplomatic career in Brazil" href="http://www.irbr.mre.gov.br/info_carreira/infoing.htm" target="_blank">Instituto Rio Branco</a> (responsible for the education of Brazilian diplomats). Everyday I take a ride with Túlio, a very nice individual who owns a car and lives in <a title="Barão Geraldo district, in Campinas" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Bar%C3%A3o_Geraldo" target="_blank">Barão Geraldo</a>, and with Érica, another individual who works and with whom I share my difficulties in reconciling study and work. Érica was telling me that she hadn&#8217;t talked with almost anyone that she wanted to be a diplomat, that she was studying and attending classes. She told that she did this because of negative experiences with the <a title="Order of Attorneys of Brazil" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Order_of_Attorneys_of_Brazil" target="_blank">OAB</a> exams (she is graduated in law). Great expectations and pressure are created, taking away some freedom. She didn&#8217;t want to be a lawyer, and to her this was very clear, and she really didn&#8217;t appreciate the pressure for taking the exams, for pursuing the profession for which she prepared, etc.</p>
<p>This happens with me in the opposite direction. and the talk with Érica made me realized it better. When there is a minimal expectation towards something, I begin to spread the news around, telling everybody, and until a very short time ago I wasn&#8217;t aware of it. The problem with this isn&#8217;t even the external pressure from friends and family, but the pressure that I create over myself and the perfection that I demand from myself, which is even worse. and impairs me in many ways.</p>
<p>Another deployment of that is something I&#8217;ve talked recently with my great and beloved friend and neighbor Ju: the excessive excitement with a few things. Ultimately it may be the same thing, or perhaps the cause of the &#8220;going around telling the whole world&#8221;. One thing that many people have, to wait something to be minimally well structured and solid, and only after that telling the friends, to prevent frustrated expectations, it is something that for me is extremely difficult. The art of keeping secrets is related to this. I have learned a lot about it and I can say that now I master it well enough, but it was also a slow process. Until a few years ago I wouldn&#8217;t have any problems at all telling very personal or intimate things entrusted to me to some other people. And of course, in some situations the person who had entrusted these personal things would find out and they wouldn&#8217;t trust me that much anymore. With time I learned what for many people is obvious, and today this fills me with joy.</p>
<p>This other step of being more careful with  the uncertain things about my future that I expose to friends &#8230; This is a challenge, overcome little by little, in tiny and important steps. The results are encouraging &#8230; I recommend it! =) Oh, I will try to write about Taizé on the weekend &#8230; No guarantees though&#8230;</p>
<br /><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/categories/dwbh.wordpress.com/104/" /> <img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/tags/dwbh.wordpress.com/104/" /> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gocomments/dwbh.wordpress.com/104/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/comments/dwbh.wordpress.com/104/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godelicious/dwbh.wordpress.com/104/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/delicious/dwbh.wordpress.com/104/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gofacebook/dwbh.wordpress.com/104/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/facebook/dwbh.wordpress.com/104/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gotwitter/dwbh.wordpress.com/104/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/twitter/dwbh.wordpress.com/104/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/gostumble/dwbh.wordpress.com/104/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/stumble/dwbh.wordpress.com/104/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/godigg/dwbh.wordpress.com/104/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/digg/dwbh.wordpress.com/104/" /></a> <a rel="nofollow" href="http://feeds.wordpress.com/1.0/goreddit/dwbh.wordpress.com/104/"><img alt="" border="0" src="http://feeds.wordpress.com/1.0/reddit/dwbh.wordpress.com/104/" /></a> <img alt="" border="0" src="http://stats.wordpress.com/b.gif?host=dwbh.wordpress.com&amp;blog=108943&amp;post=104&amp;subd=dwbh&amp;ref=&amp;feed=1" width="1" height="1" />]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://dwbh.wordpress.com/2008/04/09/a-liberdade-e-as-pressoes-externas-e-internas/feed/</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
	
		<media:content url="http://0.gravatar.com/avatar/4a029b535b2a629a5ee01395d5f30764?s=96&#38;d=identicon&#38;r=G" medium="image">
			<media:title type="html">dwbh</media:title>
		</media:content>
	</item>
	</channel>
</rss>
